21 de Julho de 2008
17 de Julho de 2008
2 argumentos para ficção científica, com um final levemente roubado, mas com o devido link

Assisti Wall-E. Gostei e muito, mas como não sou doido para dizer mais que isso, deixo links de quem falou bem e bonito sobre o assunto.
Wall- e a favor: Omelete
Melhores do Mundo
Marcelo Lopes
Filmes do Chico
( polos [ nem tanto] são bacaníssimos.)
O que me interessou, e´, que depois do filme uma idéia me rasgou os miolinhos da cachola.
E se no futuro. mui distante, descobríssemos que não existe vida após a morte e que não há vida, nenhuma, em nenhum outro planeta. Vivemos sozinhos.
Doido, não?!
Rapidinho, essa idéia se transformou em 2 argumentos, rasteirinhos, de ficção científica, que cabem direitinho no último parágrafo de um romance ainda não escrito da Olivia Maia.
Mas então a quem cabe lembrar que todo o universo gira em torno de um imenso buraco negro, ponto de origem de tudo o que existe, e seu inevitável colapso e dissolução?
(Quando o pó, na verdade, o vácuo, por infinita inversão.)
(eles no pacote) para ver quem ganha a aposta. Inverossímil? Claro! Mas se não fosse teria graça? Um herói, sempre, descobre o plano, e, depois de muita ação, aventura e uma gatinha, o herói derrota os vilões, salva o mundo, e ainda vê o que existe sob o Bahamut. E´claro, classicamente, para não enlouquecer, aos poucos o herói vai esquecendo o que viu, até a última narração:
Mas então a quem cabe lembrar que todo o universo gira em torno de um imenso buraco negro, ponto de origem de tudo o que existe, e seu inevitável colapso e dissolução?
(Quando o pó, na verdade, o vácuo, por infinita inversão.)
Eu hein, e olha que sou careta!
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Léo e só
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13 de Julho de 2008
professione
Rápidas:
Mas, a versão que eu conheço, não tem diálogos. Dai, uma história com começo, meio e fim, sem diálogos, para um colocador de diálogos, ha, é prato cheio. Portanto, a minha parte de bicão, foi só inventar e colocar um diálogo numa história já prontinha. Se fiz bem? ou fiz mal?, bom, não sei.
2º A Nanci é uma tercerizada no ministério do trabalho. Sua função é cuidar do seguro-desemprego. A gente acaba aprendendo um pouquinho, quer queira, quer não. Bom, uma das coisa que aprendi é que pegar o seguro dá um trabalho. Cada detalhe técnico e burocrático terrível. Um vacilo, e pronto, o seguro da pessoa emperra, e o coitada tem que esperar um bom par de dias para receber, se receber, o dinheiro. Detalhe, a pessoa está desempregada.
Agora, imagina!, um desempregado, sem dinheiro, durante 3 meses. Quase sempre desconta a frustração no funcionário direto. Não, a Nanci nunca sofreu agressão ou violência direta, mas já teve que ouvir uns bons gritos. Coitados.
Para aumentar o desenho é só clicar na imagem.
Valeu.
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Léo e só
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7 de Julho de 2008
retorno. viagem antes do soninho

Nela, a grande aventura, o grande antagonista, é aquela famosa pergunta :"Por que existe tudo ao em vez do nada?" .
O que não significa uma história filosófica e , vá lá , paradinha, é aventura e, vá lá, porrada, do início ao fim.?
Uai, por que nós temos consciência sobre isso! e Poxa, o que é essa tal consciência?
Contudo, no fim, quero saber não. Quero o mistério.
Não, Não. Não sou religioso, mas também não sou ateu. Nem místico. Apenas um devedor do mistério, meu credor.
Acho o mistério bonito, pois não busca um fim, como se a vida dependesse apenas da resposta da morte.
( É, penso que essas linhas podem me satisfazer sobre o que eu acho de um monte de coisa, que podem ser vistas, mas que sofrem atropelos quando sofrem de explicações tin-tin por tin-tin.)
Ou não?
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Léo e só
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2 de Julho de 2008
imóveis
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Apartamento:

Lote:

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Oportunidade! – Casa ampla, reformada, sangra pela sala e uma das suítes, 3qts, sendo um com buraco negro apontado para casa em universo paralelo que jorra mingau do piso do banheiro, 2vagas.

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Léo e só
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26 de Junho de 2008
si vis pacem, parabellum, omnia omnes
siga na leitura - indicada para os ouvidos
" conheci um homem quando eu era jovem. Ernst Brechtman. um açougueiro. na época me parecia um velho, mas ele não devia ter mais de 40. Um dos homens mais gentis que conheci. certa vez, visitei seu matadouro e vi ele matar 26 ovelhas. ele jogava os animais numa laje de cimento, puxava as cabeças para trás e, usando uma faca curva, afiada num velho amolador de pedra com pedal, cortava suas gargantas. o sangue pulsante jorrava pra dentro de um canal que atravessa todos os compartimentos do matadouro, antes de desaguar no rio. quando os animais paravam de sangrar, Ernst sentava numa imunda cadeira de pau, perto do fim da laje. notei que ele estava coberto de sangue, quando acendeu o cachimbo e relaxou. a fumaça era bem-vinda. ajudava a disfarçar o cheiro de sangue. ele enchia os pulmões várias vezes. então erguia a cabeça pra me ver. enquanto uma centena de pernas de ovelhas se debatiam atrás dele, emoldurando seu rosto escuro e ensangüentado numa aura de luz branca, ele sorria. sorria, apesar de tudo que eu tinha visto. reconheci aquele sorriso amplo e cheio de dentes - e foi só então que ele se tornou aquele Ernst que eu conhecia.Ernst Brechtman estava feliz. fazia seu serviço e se recompensava com uma baforada. não havia dúvidas nem perguntas. ele servia a um objetivo.
Essa lembrança me sustentou como soldado."



" a terra não pode nos sustentar, não habitaremos juntos, porque são muitos os seus desejos, e poucas as minhas vontades, sinto, não poderemos habitar um ao lado do outro"


" reinar sobre nós?!"

"....mas , é para isso que servem os homens, não?!"

" Mas é para isso que servem os homens. Não."
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Léo e só
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reposta- rover

E terminado um ciclo de repostas:
(que deveria ter durado uma semana, mas como preguiça também é de Deus...)
Meu vizinho Rover!
Mas primeiro, quem quiser, leia a pergunta, aqui.
Rover é estudante de Letras da Unip:
Bem, estudo na Unip, aqui em SJC. E... bem... ensino de texto dramático, ali, inexiste. Mesmo. Algo sobre alguns autores, mas em conteúdos cuja qualidade até a Wikipedia supera...
Aristóteles? Muito por cima. Como leitura recomendada e olhe lá.
Gil Vicente? Uma prova sobre o Auto da Barca e olhe lá.
Shakespeare? Conheço o (fantástico) sonetista - e não foi a faculdade que me apresentou não. Já o (igualmente fantástico) autor teatral, nem de longe. Nem pra recomendar as traduções do Millôr a faculdade serviu... (e olhe lá).
Outros? Nem "e olhe lá" dá pra falar...
Nada, nothing, nadie, niente.
Acho que a postura da faculdade, nesse e em outros casos, é incentivar o auto-didatismo, rá, rá...
Arrisco: dependendo do caso, se aprende mais debatendo (em blogs, mesmo) do que frequentando certas aulas...
Abraços.
O site da universidade é : http://www2.unip.br/splash.asp
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Léo e só
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