ou de como um nome pode ser pretensioso

26 de Junho de 2008

si vis pacem, parabellum, omnia omnes

siga na leitura - indicada para os ouvidos






" em breve todos nós dormiremos sob a terra, nós, que nunca deixamos o outro dormir sobre ela"


" pelo menos a coisa estará acabada em apenas 3 semanas"



" conheci um homem quando eu era jovem. Ernst Brechtman. um açougueiro. na época me parecia um velho, mas ele não devia ter mais de 40. Um dos homens mais gentis que conheci. certa vez, visitei seu matadouro e vi ele matar 26 ovelhas. ele jogava os animais numa laje de cimento, puxava as cabeças para trás e, usando uma faca curva, afiada num velho amolador de pedra com pedal, cortava suas gargantas. o sangue pulsante jorrava pra dentro de um canal que atravessa todos os compartimentos do matadouro, antes de desaguar no rio. quando os animais paravam de sangrar, Ernst sentava numa imunda cadeira de pau, perto do fim da laje. notei que ele estava coberto de sangue, quando acendeu o cachimbo e relaxou. a fumaça era bem-vinda. ajudava a disfarçar o cheiro de sangue. ele enchia os pulmões várias vezes. então erguia a cabeça pra me ver. enquanto uma centena de pernas de ovelhas se debatiam atrás dele, emoldurando seu rosto escuro e ensangüentado numa aura de luz branca, ele sorria. sorria, apesar de tudo que eu tinha visto. reconheci aquele sorriso amplo e cheio de dentes - e foi só então que ele se tornou aquele Ernst que eu conhecia.

Ernst Brechtman estava feliz. fazia seu serviço e se recompensava com uma baforada. não havia dúvidas nem perguntas. ele servia a um objetivo.

Essa lembrança me sustentou como soldado."




" ... e estando eles no campo, sucedeu que se levantaram, contra o irmão..."



" a voz do sangue do seu irmão nos chama da terra?"



" a terra não pode nos sustentar, não habitaremos juntos, porque são muitos os seus desejos, e poucas as minhas vontades, sinto, não poderemos habitar um ao lado do outro"



" longe das zonas de férteis terras, será a nossa habitação, e sem o orvalho."



" reinar sobre nós?!"


( e se fosse o meu companheiro? eu o teria matado? minha vontade passaria por cima de tudo?)"






"....mas , é para isso que servem os homens, não?!"















" Mas é para isso que servem os homens. Não."

reposta- rover


E terminado um ciclo de repostas:

(que deveria ter durado uma semana, mas como preguiça também é de Deus...)

Meu vizinho Rover!

Mas primeiro, quem quiser, leia a pergunta, aqui.

Rover é estudante de Letras da Unip:


Bem, estudo na Unip, aqui em SJC. E... bem... ensino de texto dramático, ali, inexiste. Mesmo. Algo sobre alguns autores, mas em conteúdos cuja qualidade até a Wikipedia supera...

Aristóteles? Muito por cima. Como leitura recomendada e olhe lá.

Gil Vicente? Uma prova sobre o Auto da Barca e olhe lá.

Shakespeare? Conheço o (fantástico) sonetista - e não foi a faculdade que me apresentou não. Já o (igualmente fantástico) autor teatral, nem de longe. Nem pra recomendar as traduções do Millôr a faculdade serviu... (e olhe lá).

Outros? Nem "e olhe lá" dá pra falar...

Nada, nothing, nadie, niente.

Acho que a postura da faculdade, nesse e em outros casos, é incentivar o auto-didatismo, rá, rá...

Arrisco: dependendo do caso, se aprende mais debatendo (em blogs, mesmo) do que frequentando certas aulas...

Abraços.


O site da universidade é : http://www2.unip.br/splash.asp

24 de Junho de 2008

meninos


O que me aflige, dia-sim, dia-não, dependendo da quantidade de sol e calor, é a total falta de dúvida e bons modos nas opiniões masculinas dentro dessa vida virtual.

Ok, Ok, eu sou bem rude e pouco sei sobre palavras que definem "dúvida" dentro de um texto escrito.Mais, sei que opiniões, são só opiniões, mas , me parece, que quanto mais estudado, quanto mais livre para dizer o que bem quiser e qunato mais jovem, mais o opinador se parece com um monstrinho de opiniões autoritárias, maquiadas com ironia e sarcasmos, que sentem prazer em maltratar a opinião alheia. Tanto no que diz respeito aos posts, quanto comentários.

É nítido na ala masculina. Bah!

Por quê? Por que somos tão cruéis? Por que esse tipo de texto cria uma legião de fãs que se deliciam em degustar toda a essa crueldade?

Gosto, por ser bobo e otimista, de acreditar que isso é a única válvula de escape de muitas frustações e "cala-bocas" do mundo real, que os meninos levam por aí. Afinal, dependendo do que se fala ou retruca, e principalmente com quem se fala ou retruca, corre-se o risco de ter o nariz quebrado em 3 partes diferentes com um único soco.

E os blogueiros, bom, são mais saco do que socos de pancada.


resposta- Leandro Oliveira


Mais uma resposta para uma curiosidade.

(que curiosidade, oh novato, que apareceu aqui pelo site de busca da google! os conhecidos já estão careca de saber :D)

Bem Leia aqui 1º

Depois siga as repostas : aqui, aqui2 e aqui 3

Pronto, aogra a resposta de Leandro Oliveira que é estudante de letras da Universidade Federal de Minas Gerais.

Léo, em primeiro lugar é preciso esclarecer um pouco como é a estrutura do
curso de Letras da UFMG. Há alunos de diversos campos e eles têm liberdade
para fazer aquilo que mais lhes interessam. Convivem em harmonia alunos
que se especializam em filologia, lingüística, literatura, estudo de
idiomas, análise do discurso, etc. Isso sem mencionar a natural divisão
entre bacharelado e licenciatura. Com a intenção de formar profissionais
tão diferentes é natural que haja necessidade de uma base comum que aborde
somente elementos básicos de cada área. Posteriormente, de acordo a
escolha do aluno, os assuntos são detalhados em tópicos específicos.
Portanto, tratando especificamente da literatura, há duas cadeiras
obrigatórias de introdução, a primeira voltada para a prosa e a segunda
para a poesia. Posteriormente, uma terceira, chamada literatura
estrangeira em língua portuguesa, procura dar um panorama das literaturas
em língua portuguesa de outros países. A seleção de obras é feita pelo
professor que antes de cada semestre disponibiliza uma ementa para ajudar
na escolha do aluno. Diante disso, é possível encontrar alunos que não
tiveram nenhum contato com o teatro ou um contato bem enviesado através de
textos teóricos clássicos, como a citada Poética de Aristóteles. No
entanto, a Universidade torna possível o diálogo entre diversas áreas e
quando o aluno tem interesse, ele pode submeter para apreciação do
colegiado uma proposta para cumprimento de parte da carga horária exigida
em outra faculdade. Especificamente sobre teatro, é possível que um aluno
de Letras faça matérias do curso de Artes Cênicas.

E como sempre, o site da Universidade é: http://www.ufmg.br/


22 de Junho de 2008

sem títulos- só links e uma opinião


A menina do Balacobaco, Marie Tourvel foi ao Hamlet do Wagner Moura.

Suas impressões sobre a peça estão bem boas. Escrevi um comentário, mas o danado ficou longo demais. Peço licença então de transformar esse comentário em post.

Reafirmo! são bem boas as palavras da Marie, por isso leiam lá, e depois, quem quiser, volte aqui.

"oi Marie.

Pois eu gostei muito dessa sua impressão da peça.

Mas poxa, sei não sobre essa coisa de " tem que ser dito não lido" se for assim não sobre muita coisa dos 1550 pra baixo!

Quanto ao Shakespeare do Wagner Moura, vi alguns ensaios pela tv, e bem, é bom , mas...sei não se é muito besta aminha opinião, mas hoje, acho, que não tem ator brasileiro com tarimba para interpretar o velho Bill.

E não tem nada a ver com a qualidade da interpretação, e sim com uma falta de cultura, vá lá, erudita e sólida. Não é nada Barbara Heliodoro ou Sábato Magaldi1

Quando ouço a Fernanda Montenegro, ou o Paulo Autran, ou a Eva Vilma( essa me surpreendeu) e até o Tarcisão falarem, tenho a impressão do que mais que atores, essas pessoas são, e sentem orgulho por serem, uma continuação de uma grande tradição.

Me parece que quem trabalha sobre o palco, e se formou dos anos 60 pra cá ( tá aí o Tonico um bom ator, que não me deixa mentir) meio que abandonou , por livre-arbítrio, toda essa tradição na sua formação teórica, e isso vale para todas as áreas do teatro.

Um exemplo chato, mais claro:

Os atores até a década de 50 tinham aula de retórica; hoje, as aulas vocais querem levar a voz do ator cada vem mais para o registro informal, bem "a voz das ruas ". Argh. E daí assistimos aquelas barbáries em que o ator, para deixar a dicção próxima ao público, diz "to" no lugar de "estou" dentro de um texto clássico.

Chega! que ficou grande e rabugento.

Mas como se diz no teatro: Merda pro Hamlet brasil!


Ps: Triste mesmo era o Hamlet do Zé Celso, com o Hamlet carioca e de língua presa."

E é só minhas gente

18 de Junho de 2008

vírgula saga


Há alguns dias li um triste post do Ulisses , depois fui para o banho e , protegido pela concha d'água quente, me lembrei de uma notícia.

Jovem assassinado dentro do ônibus que o trazia de São Paulo para Taubaté, na altura de Guarulhos, 23 anos.

Debaixo do silêncio quente do chuveiro pensei nas interrupções brutais de histórias que:

Ou mal traçaram suas primeiras linhas em um prólogo, ou estão desenrolando os conflitos, ou preparam-se para encerrar um epílogo.

( todas as pessoas são sagas?)

E as associei, rispidamente, à última fala de Clint Eastwood a Gene Hackman, nos Imperdoáveis.

"Isto não tem nada com merecimentos."

No final, deixei os dias rodarem, e hoje perguntei?

- Vale publicar? Respondi. E por que não?!

Lembrar dos assassinados não é ser assombrados por eles, bom pelo menos nesse meu caso, é sim, necessário, eles merecem.

respostas - dri


Não, não me esqueci da pergunta da semana passada.

(ou seria na anterior?)

Bom, para não deixá-las paradinhas lá no comentário, reproduzo uma por ida.

16 de Junho de 2008

fatuus




Orkut:

49287 brasileiros defendem:" Gente medíocre é uma merda"

43 brasileiros confessam:"Eu sou medíocre, é verdade.

Falta-nos "?"

ou

"Nada somos que valha
Somo-lo mais que em vão"

(Ricardo Reis)



14 de Junho de 2008

o contra-regra

(imagem mais ou menos)

Estou aqui relendo o Velho Casmurro e achei esse trecho espetacular. Nada mais apropriado para essa fase tão teatro e tão questionamento do Léo, tsc! (semana que vem passa! eu detesto esse viadismo :))

Às palavras:

" O destino não é só dramaturgo, é também o seu próprio contra-regra, isto é, designa a entrada dos personagens em cena, dá-lhes as cartas e outros objeto, e executa dentro os sinais correspondentes ao diálogo, uma trovoada, um carro, um tiro."

Capítulo 73. Fora esse belo 1º parágrafo, todo o capítulo é um riso, com suas histórias sobre os erros de bastidores.

Machado era um apaixonado pelo teatro. Foi dramaturgo, mediano, e crítico, um dos melhores!

11 de Junho de 2008

reposta - olivia maia


10 de Junho de 2008

sunday morning

Explicação:

Conheci os desenhos de Sueli, assim, meio sem querer (esses "sem querer" é que dão brilho por aí).

Meu amigo, Gabriel, que só tem como defeito ser de esquerda. ;), me cantou a letra deum blog que divulga o trabalho de vários desenhistas, aqui link. E foi lá que descobri a Sueli. Adorei os desenhos. Vi de cabo a rabo todos.

Logo que vi o desenho abaixo, deu uma vontade de escrever umas palavrinhas sobre ele. E tá aí.

Espero que goste Sueli! :D


para Nanci

Sim, não comemoravam dia dos namorados ou aniversário de casamento. Nada de data especial, era ele furando a lógica dele, deixando, naquele dia, de ser um mão-de-vaca.

( defeito que nunca humilhou, feriu ou insultou o comprometimento deles com eles.)

Ele comprou aquele café , caro e supérfluo resmungava irônico, que eu adoro; quentinho nas mãos.

Foi um riso mútuo o 1º movimento do dia, pois era numa sutileza espontânea, de surpresa, entre um hiato de dias ou semanas, que ele mostrava o quanto a amava, tinha carinho ao ver, de manhazinha, antes de caminhar para mais um dia de labuta, os cabelos desalinhados moldando o rosto inchadinho de uma boa noite de sono.

Sinestesia no domingo.

Provavam-se que essa "flor dos trouxas" pode ser regada com simples delicadezas nos dias comuns, não apenas em solstícios de verão.

repostas - andré gazola





Ei você, não sabe o que está acontecendo?!

De um olhada aqui!

Primeiro, quero agradecer as respostas e o olá!

Segundo, como não quero que as repostas fiquem perdidas dentro da área de comentários, publico 1 por dia.

"Bom, acho que vou ser o primeiro.

Vejamos, das 4 disciplinas de literatura que fiz até agora, em 3 delas estudei obras ou teoria do dramático. Assim:

Estudos Literários I - Lá no primeiro semestre, a gente fica conhecendo um pouco da Poética do Aristóteles e um pouco da história de todos os gêneros.

Estudos Literários II - Aqui não teve nada de dramático. Estudamos os gêneros Conto, Romance, Crônica e Novela. (Com obras contemporâneas, achei a atitude "anti-cânone" fantástica)

Literatura Ocidental - Como era de se esperar, Shakespeare. Lemos e analisamos a peça "Macbeth". Além dele, também vimos o clássico "Édipo Rei", de Sófocles; "Fedra", do francês Racine; "A casa de bernarda Alba" de Garcia Lorca; e "Rinconete y Cortadillo" do Cervantes. No entanto, os focos de análise foram o "trágico" ou "a questão social", baseados sempre na teoria do Antônio Cândido (isso, a Olivia, lá da USP vai me ajudar a confirmar)

Literatura Portuguesa - Aqui vimos duas peças: O Auto da Barca do Inferno e A farsa de Inês Pereira, ambas de Gil Vicente. Além disso com essa última, tivemos que escrever, do zero, uma adaptação teatral para o público infanto-juvenil. Foi divertido, mas trabalhoso.


Eu ando apaixonado pelo conto. Nunca me ative muito ao dramático, mas em meu roteiro de leitura está toda a obra de Shakespeare.

Sim, pois estou formulando um curso de literatura estrangeira para mim mesmo. Acho um absurdo só haver ensino de literatura vernácula (Brasileira, Portuguesa e Latina) na maioria das faculdades. Nesse curso, pretendo desenvolver todas as idéias que acho falhas na minha graduação e, claro, um dia pretendo disponibilizá-lo no meu blog.

Mas o dramático realmente é um gênero esquecido. Apesar de eu ter estudado várias obras, como vimos, em pouquíssimos momentos ouve a citação do termo propriamente dito. São textos, talvez peças, nada mais.

Considero o teatro importantíssimo para um professor de literatura.

Por enquanto é isso, abraços."


( lembro que o link para o blog do André está na sua resposta)

UP - o André deu uma dica valiosa. Colocar também o link das faculdades ou universidades. Valeu ;)

O site da UCS é www.ucs.br

8 de Junho de 2008

há uma semana



Eu gosto muito da Ivana Arruda Leite. Acho- a muito otimista, gente que faz bem ler vez em quando ( 1 vez por semana!) . Tive o prazer de conhecê-la, num breve olá, aqui no SESC Taubaté, faz 3anos.

Ela não deve se lembrar, foi em um dia frio e de chuva, parecidos com os do desse mês, que muita solicita conversou com apenas 5 pessoas, mas com um sorriso que alegrava uma multidão, porém dirigido ao individuo que a ouvisse. Excelente!

Contudo, isso não são só loas, pois é do seu blog, Doidivna, que vem essa história que me deu alguns instantes de queixo caído, para o mal.

Ela participou do Festival da Mantiqueira e de lá relata a mesa-redonda com Moacyr Scliar, e a "pala", o "mico", dos grandes do escritor.

O considerado escritor disse que diálogo não é literatura.

Ok, é só uma opinião de um escritor latino-americano de língua portuguesa, e que devemos estar preparado para qualquer tipo de opinião nonsense, até nas melhores famílias, e que é até perda de tempo contra-argumentar, mas no fundo, dizer que diálogo não é literatura, é um tipo de idéia que dá um baque.

E só.

6 de Junho de 2008

pergunta

( essa imagem não tem relação nenhuma com o post, mas é bem doidinha)

Como todas sabem, sou do teatro e conversando com um professor de literatura da Faculdade da cidade, a Unitau, descobri que o ensino do gênero dramático na faculdade é fraquinho, fraquinho.

No máximo, uma passadela de olhos na Poética aristotélica, lá no 1º ano e só, depois se esquece do teatro, e mesmo alguns os professores de literatura ou teoria literária têm pouco conhecimento sobre o gênero. Daí veio a curiosidade!

Como é o ensino do texto dramático em outras faculdades? E o que se acha da literatura dramática?!

Faço essa pergunta a cinco estudantes de letras de cinco faculdades diferentes . São eles:

Olivia Maia do Forsit
André Gazola do Lendo.org
Daniel Lopes do blog do daniel (opa! na verdade o Daniel é estudant de jornalismo. Mas o rapaz é tão bom com esse negócio de literatura, que a pergunta continua valendo, só que na visão de jornalista.hehe :D!)
Rover do Seleta da Prosa
Leandro Oliveira do Odisséia 2005

Por favor, se vocês puderem me responder. Agradeço. Peço também a gentileza de pode-las expor aqui.

É uma curiosidade minha, que deixo aqui para quem se interessar.

3 de Junho de 2008

rabugento


O filme No vale das sombras me fez perguntar sobre isto:

Quando tudo é azeitado, é fácil assumir as dores e o lugar dos outros. Facilmente se conduz perguntas para tentar se entender o outro. Certo?!

E será que realmente importa ?!

Quando, no final, na lida cotidiana, depois de uma série de 3 de 30 de estresses, ali, na fila do caixa do supermercado em um dia de chuva incessante, quero só a mim e me esqueço que atrás do meu carrinho lotado há apenas um rapazote molhado querendo pagar um pacote de bolacha. Porém, ser abnegado me conduzirá para algo? E...?

( os valores são apenas nos detalhes?)

Sei não, nunca vi um grande civilizado que existisse fora dos livros.

Todos são civilizados no mundo das idéias, por mais ignorante que se aparente.

PS: A dica do livro foi do Daniel Lopes e os links levam para o blog dele.

muda ou vergonha de costurar palavras




Eu queria discorrer que as flores mudas de Hans Christian Andersen dizem muito mais do que nós, que deixamos sobrar palavras em quase tudo. Porém, eu só sei falar, e deixo mais de metro e meio de pano nesse trá-la´-lá.

Tsc! Eu adoraria nascer com um redator Graciliano Ramos de precisão, mas parece que me deram o kit Odorico Paraguassu de papagaiada!


( e depois dizem que é literatura de criança)

Eu hein!

2 de Junho de 2008

indagação de peão 2

Não sei se sou a favor ou contra. Sei, que sintetiza muitas perguntas feita por essa cabecinha!






Simplesmente Os Malvados de André Dahmer