ou de como um nome pode ser pretensioso
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24 de Agosto de 2008

doença



- Então, é grave?!

- Não sei ainda.

- Mas como? Eu sempre me previno, quer dizer, eu tomo muito cuidado.

- Acontece. Mesmo os mais cuidadosos podem ser pegos de surpresa.

- O tratamento, demora?!

- Não. Agora, se não funcionar...

- O quê!?!

- Só formatando.

- A HD ineira?

- Pois é.

- E apagar toda a minha memória?

- Não há outro jeito.

- Putz!

- Espero que você tenha guradao alguma coisa fora da memória.

(falamos de um homem ou de uma máquina?)

18 de Agosto de 2008

e assim....

4 anos de velinhas...


e mais alguns dias; belo.

É claro, com tudo o que é chato e legal, bom e ruim, triste e solar compondo, o recheio do bolo, belo.

11 de Agosto de 2008

índice



Sim, Sim,Sim, a lista :


" OS MELHORES FILMES DE CADA ANO QUE VIVI"

Está prontinha, mas não precisa ser levada à sério.

Deu trabalho? Pouquinho, mas foi bem divertido. Porém ficou bem longa, por isso esse índice.

Vamos lá:


Capítulo 1, enfim o começo. De 1981 até 1984.

Capítulo 2, nas terras da cultura pop. De 1985 até 1991.

Capítulo 3, os dias que me retiraram da infância. DE 1992 até 1999

Capítulo final, hello século 20 e 1. De 2000 até 2008


Valeu ao Marcelo pelo convita à brincadeira, e quem quiser é só participar!!!!!

Lembrando, não sou nenhum entendido no assunto, apenas um espectador comum, manipulado pelas forças opressivas da cultura consumista!





HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHHAHAHAHA

3 de Agosto de 2008

sobre muitas coisas, até a morte

Sabe Deus como, assim, sem querer, e sem querer mesmo, no meio de um monte imagens do Google, achei o Flick do Alexandre Ianagaki, dono de um dos blogs mais famosos e divertidos do Brasil, il e il (okok, isto não é nenhuma notícia pão fresquinho)

Até, aí nada demais, eram fotos que diziam mais aos clicados do que aos abelhudos ( desculpa aí, pela curiosidade alheia) como eu. Mas no meio de todas as fotos havia ( e sempre há algo no caminho) uma tirinha do grande Laerte, que bem , pra mim, vale postar aqui, mesmo correndo o risco de um belo xingo.


Lindo


sem títulos- só links

"Coisa que gostaria de ter dito" é o nome de uma série de postagens feitas por Marcelo Lopes e seu Universo Tangente.

Pois, hoje, li um post do Marcelo que disse muito sobre Alta Literatura e Literatura de Massa

Esse é uma coisa que gostaria de ter dito, mas que tenho certeza, não diria com tanta propriedade quanto o Marcelo:

Alta literatura e literatura de massa : a distinção faz algum sentido?

Excelente.

E já que o assunto é cultura, aqui , um delicioso post sobre o fracasso Gilberto Gil na cultura, pelos dedos ageis de Marie Tourvel.

Talvez ela não concordo muito com que eu diga, mas se tem alguém que sabe bater nessas palhaçadas do Brasil..il..il... Esse alguém é a Marie, a verdadeira menina super-poderosa.

PS: 2 Post acima, começa a série: Os melhores filmes de Cada ano que vivi.

17 de Julho de 2008

2 argumentos para ficção científica, com um final levemente roubado, mas com o devido link


Assisti Wall-E. Gostei e muito, mas como não sou doido para dizer mais que isso, deixo links de quem falou bem e bonito sobre o assunto.


Wall- e a favor: Omelete

Melhores do Mundo

Marcelo Lopes

Filmes do Chico

Wall-e , nem tanto a favor: Rafael Galvão

( polos [ nem tanto] são bacaníssimos.)

O que me interessou, e´, que depois do filme uma idéia me rasgou os miolinhos da cachola.

E se no futuro. mui distante, descobríssemos que não existe vida após a morte e que não há vida, nenhuma, em nenhum outro planeta. Vivemos sozinhos.

Doido, não?!

Rapidinho, essa idéia se transformou em 2 argumentos, rasteirinhos, de ficção científica, que cabem direitinho no último parágrafo de um romance ainda não escrito da Olivia Maia.

1º Argumento: Uma grande espaçonave, vamos chamá-la Noé, escapa da ruínas do Planeta Terra. Após muitas aventuras no espaço, a nave e seus tripulantes chegam ao fim do Universo. O fim geográfico do Universo se parece com um grande espelho côncavo e trêmulo, melhor, uma grande cachoeira, tão infinitamente grande que é impossível saber o seu início e o seu fim, tanto na horizontal, quanto na vertical, uma cachoeira côncava, translucida, refletindo todo o universo. Por ela passará a espaçonave, e a última narração será:


Mas então a quem cabe lembrar que todo o universo gira em torno de um imenso buraco negro, ponto de origem de tudo o que existe, e seu inevitável colapso e dissolução?

(Quando o pó, na verdade, o vácuo, por infinita inversão.)


2º Argumento: Essa história tem até título: Sob as aguas de Bahamut. Milionários fanáticos religiosos e ateístas decidem apostar se há ou não vida depois da morte. Mas como eles são os vilões, e estupidamente ricos, e mentes enlouquecidas do mal, resolvem destruir toda a vida
(eles no pacote) para ver quem ganha a aposta. Inverossímil? Claro! Mas se não fosse teria graça? Um herói, sempre, descobre o plano, e, depois de muita ação, aventura e uma gatinha, o herói derrota os vilões, salva o mundo, e ainda vê o que existe sob o Bahamut. E´claro, classicamente, para não enlouquecer, aos poucos o herói vai esquecendo o que viu, até a última narração:


Mas então a quem cabe lembrar que todo o universo gira em torno de um imenso buraco negro, ponto de origem de tudo o que existe, e seu inevitável colapso e dissolução?

(Quando o pó, na verdade, o vácuo, por infinita inversão.)



Eu hein, e olha que sou careta!

13 de Julho de 2008

professione

Rápidas:

1º O desenho e toda o roteiro forma feitas pela Sueli. Prontinho, foi publicado na Revista Subversos.

Mas, a versão que eu conheço, não tem diálogos. Dai, uma história com começo, meio e fim, sem diálogos, para um colocador de diálogos, ha, é prato cheio. Portanto, a minha parte de bicão, foi só inventar e colocar um diálogo numa história já prontinha. Se fiz bem? ou fiz mal?, bom, não sei.

2º A Nanci é uma tercerizada no ministério do trabalho. Sua função é cuidar do seguro-desemprego. A gente acaba aprendendo um pouquinho, quer queira, quer não. Bom, uma das coisa que aprendi é que pegar o seguro dá um trabalho. Cada detalhe técnico e burocrático terrível. Um vacilo, e pronto, o seguro da pessoa emperra, e o coitada tem que esperar um bom par de dias para receber, se receber, o dinheiro. Detalhe, a pessoa está desempregada.

Agora, imagina!, um desempregado, sem dinheiro, durante 3 meses. Quase sempre desconta a frustração no funcionário direto. Não, a Nanci nunca sofreu agressão ou violência direta, mas já teve que ouvir uns bons gritos. Coitados.

Para aumentar o desenho é só clicar na imagem.

Valeu.






7 de Julho de 2008

retorno. viagem antes do soninho


Ontem estava relendo está ótima história em quadrinhos da Patrulha do Destino, escrita por Grant Morrison e desenhada por Richard Case.

Nela, a grande aventura, o grande antagonista, é aquela famosa pergunta :"Por que existe tudo ao em vez do nada?" .

O que não significa uma história filosófica e , vá lá , paradinha, é aventura e, vá lá, porrada, do início ao fim.?

O que, depois da derrota dos vilões, me fez perguntar:

Uai, por que nós temos consciência sobre isso! e Poxa, o que é essa tal consciência?

Contudo, no fim, quero saber não. Quero o mistério.

E por que há pessoas que adoram ridicularizar e maldizer o mistério?

Não, Não. Não sou religioso, mas também não sou ateu. Nem místico. Apenas um devedor do mistério, meu credor.

Acho o mistério bonito, pois não busca um fim, como se a vida dependesse apenas da resposta da morte.

Contrapondo, me parece bem bobinho a alegrias dos homens ( meninos e meninas) que sentem prazer em explicar e deformar o mistério, ao enfiá-lo dentro de formas de racionalismo besta (religioso ou ateu), para depois, servi-lo como prato principal no lanche do fanatismo (ateu ou religioso); forçar essa empada seca goela abaixo de um pobre qualquer, e sem um golinho de garapa para ajudar.

Não que eu seja contra a razão ou a favor de relegar o mistério para uma senzala tapada contra o sol. Eu acho bonito( palavrinha singela, mas tão gastinha , tadinha) revelar, mas não decifrar o mistério. Bobeira. Perde-se o mistério, ganha-se um utilitário.

( É, penso que essas linhas podem me satisfazer sobre o que eu acho de um monte de coisa, que podem ser vistas, mas que sofrem atropelos quando sofrem de explicações tin-tin por tin-tin.)

Ou não?

26 de Junho de 2008

reposta- rover


E terminado um ciclo de repostas:

(que deveria ter durado uma semana, mas como preguiça também é de Deus...)

Meu vizinho Rover!

Mas primeiro, quem quiser, leia a pergunta, aqui.

Rover é estudante de Letras da Unip:


Bem, estudo na Unip, aqui em SJC. E... bem... ensino de texto dramático, ali, inexiste. Mesmo. Algo sobre alguns autores, mas em conteúdos cuja qualidade até a Wikipedia supera...

Aristóteles? Muito por cima. Como leitura recomendada e olhe lá.

Gil Vicente? Uma prova sobre o Auto da Barca e olhe lá.

Shakespeare? Conheço o (fantástico) sonetista - e não foi a faculdade que me apresentou não. Já o (igualmente fantástico) autor teatral, nem de longe. Nem pra recomendar as traduções do Millôr a faculdade serviu... (e olhe lá).

Outros? Nem "e olhe lá" dá pra falar...

Nada, nothing, nadie, niente.

Acho que a postura da faculdade, nesse e em outros casos, é incentivar o auto-didatismo, rá, rá...

Arrisco: dependendo do caso, se aprende mais debatendo (em blogs, mesmo) do que frequentando certas aulas...

Abraços.


O site da universidade é : http://www2.unip.br/splash.asp

24 de Junho de 2008

meninos


O que me aflige, dia-sim, dia-não, dependendo da quantidade de sol e calor, é a total falta de dúvida e bons modos nas opiniões masculinas dentro dessa vida virtual.

Ok, Ok, eu sou bem rude e pouco sei sobre palavras que definem "dúvida" dentro de um texto escrito.Mais, sei que opiniões, são só opiniões, mas , me parece, que quanto mais estudado, quanto mais livre para dizer o que bem quiser e qunato mais jovem, mais o opinador se parece com um monstrinho de opiniões autoritárias, maquiadas com ironia e sarcasmos, que sentem prazer em maltratar a opinião alheia. Tanto no que diz respeito aos posts, quanto comentários.

É nítido na ala masculina. Bah!

Por quê? Por que somos tão cruéis? Por que esse tipo de texto cria uma legião de fãs que se deliciam em degustar toda a essa crueldade?

Gosto, por ser bobo e otimista, de acreditar que isso é a única válvula de escape de muitas frustações e "cala-bocas" do mundo real, que os meninos levam por aí. Afinal, dependendo do que se fala ou retruca, e principalmente com quem se fala ou retruca, corre-se o risco de ter o nariz quebrado em 3 partes diferentes com um único soco.

E os blogueiros, bom, são mais saco do que socos de pancada.


resposta- Leandro Oliveira


Mais uma resposta para uma curiosidade.

(que curiosidade, oh novato, que apareceu aqui pelo site de busca da google! os conhecidos já estão careca de saber :D)

Bem Leia aqui 1º

Depois siga as repostas : aqui, aqui2 e aqui 3

Pronto, aogra a resposta de Leandro Oliveira que é estudante de letras da Universidade Federal de Minas Gerais.

Léo, em primeiro lugar é preciso esclarecer um pouco como é a estrutura do
curso de Letras da UFMG. Há alunos de diversos campos e eles têm liberdade
para fazer aquilo que mais lhes interessam. Convivem em harmonia alunos
que se especializam em filologia, lingüística, literatura, estudo de
idiomas, análise do discurso, etc. Isso sem mencionar a natural divisão
entre bacharelado e licenciatura. Com a intenção de formar profissionais
tão diferentes é natural que haja necessidade de uma base comum que aborde
somente elementos básicos de cada área. Posteriormente, de acordo a
escolha do aluno, os assuntos são detalhados em tópicos específicos.
Portanto, tratando especificamente da literatura, há duas cadeiras
obrigatórias de introdução, a primeira voltada para a prosa e a segunda
para a poesia. Posteriormente, uma terceira, chamada literatura
estrangeira em língua portuguesa, procura dar um panorama das literaturas
em língua portuguesa de outros países. A seleção de obras é feita pelo
professor que antes de cada semestre disponibiliza uma ementa para ajudar
na escolha do aluno. Diante disso, é possível encontrar alunos que não
tiveram nenhum contato com o teatro ou um contato bem enviesado através de
textos teóricos clássicos, como a citada Poética de Aristóteles. No
entanto, a Universidade torna possível o diálogo entre diversas áreas e
quando o aluno tem interesse, ele pode submeter para apreciação do
colegiado uma proposta para cumprimento de parte da carga horária exigida
em outra faculdade. Especificamente sobre teatro, é possível que um aluno
de Letras faça matérias do curso de Artes Cênicas.

E como sempre, o site da Universidade é: http://www.ufmg.br/


18 de Junho de 2008

vírgula saga


Há alguns dias li um triste post do Ulisses , depois fui para o banho e , protegido pela concha d'água quente, me lembrei de uma notícia.

Jovem assassinado dentro do ônibus que o trazia de São Paulo para Taubaté, na altura de Guarulhos, 23 anos.

Debaixo do silêncio quente do chuveiro pensei nas interrupções brutais de histórias que:

Ou mal traçaram suas primeiras linhas em um prólogo, ou estão desenrolando os conflitos, ou preparam-se para encerrar um epílogo.

( todas as pessoas são sagas?)

E as associei, rispidamente, à última fala de Clint Eastwood a Gene Hackman, nos Imperdoáveis.

"Isto não tem nada com merecimentos."

No final, deixei os dias rodarem, e hoje perguntei?

- Vale publicar? Respondi. E por que não?!

Lembrar dos assassinados não é ser assombrados por eles, bom pelo menos nesse meu caso, é sim, necessário, eles merecem.

respostas - dri


Não, não me esqueci da pergunta da semana passada.

(ou seria na anterior?)

Bom, para não deixá-las paradinhas lá no comentário, reproduzo uma por ida.

16 de Junho de 2008

fatuus




Orkut:

49287 brasileiros defendem:" Gente medíocre é uma merda"

43 brasileiros confessam:"Eu sou medíocre, é verdade.

Falta-nos "?"

ou

"Nada somos que valha
Somo-lo mais que em vão"

(Ricardo Reis)



14 de Junho de 2008

o contra-regra

(imagem mais ou menos)

Estou aqui relendo o Velho Casmurro e achei esse trecho espetacular. Nada mais apropriado para essa fase tão teatro e tão questionamento do Léo, tsc! (semana que vem passa! eu detesto esse viadismo :))

Às palavras:

" O destino não é só dramaturgo, é também o seu próprio contra-regra, isto é, designa a entrada dos personagens em cena, dá-lhes as cartas e outros objeto, e executa dentro os sinais correspondentes ao diálogo, uma trovoada, um carro, um tiro."

Capítulo 73. Fora esse belo 1º parágrafo, todo o capítulo é um riso, com suas histórias sobre os erros de bastidores.

Machado era um apaixonado pelo teatro. Foi dramaturgo, mediano, e crítico, um dos melhores!

8 de Junho de 2008

há uma semana



Eu gosto muito da Ivana Arruda Leite. Acho- a muito otimista, gente que faz bem ler vez em quando ( 1 vez por semana!) . Tive o prazer de conhecê-la, num breve olá, aqui no SESC Taubaté, faz 3anos.

Ela não deve se lembrar, foi em um dia frio e de chuva, parecidos com os do desse mês, que muita solicita conversou com apenas 5 pessoas, mas com um sorriso que alegrava uma multidão, porém dirigido ao individuo que a ouvisse. Excelente!

Contudo, isso não são só loas, pois é do seu blog, Doidivna, que vem essa história que me deu alguns instantes de queixo caído, para o mal.

Ela participou do Festival da Mantiqueira e de lá relata a mesa-redonda com Moacyr Scliar, e a "pala", o "mico", dos grandes do escritor.

O considerado escritor disse que diálogo não é literatura.

Ok, é só uma opinião de um escritor latino-americano de língua portuguesa, e que devemos estar preparado para qualquer tipo de opinião nonsense, até nas melhores famílias, e que é até perda de tempo contra-argumentar, mas no fundo, dizer que diálogo não é literatura, é um tipo de idéia que dá um baque.

E só.

3 de Junho de 2008

rabugento


O filme No vale das sombras me fez perguntar sobre isto:

Quando tudo é azeitado, é fácil assumir as dores e o lugar dos outros. Facilmente se conduz perguntas para tentar se entender o outro. Certo?!

E será que realmente importa ?!

Quando, no final, na lida cotidiana, depois de uma série de 3 de 30 de estresses, ali, na fila do caixa do supermercado em um dia de chuva incessante, quero só a mim e me esqueço que atrás do meu carrinho lotado há apenas um rapazote molhado querendo pagar um pacote de bolacha. Porém, ser abnegado me conduzirá para algo? E...?

( os valores são apenas nos detalhes?)

Sei não, nunca vi um grande civilizado que existisse fora dos livros.

Todos são civilizados no mundo das idéias, por mais ignorante que se aparente.

PS: A dica do livro foi do Daniel Lopes e os links levam para o blog dele.

muda ou vergonha de costurar palavras




Eu queria discorrer que as flores mudas de Hans Christian Andersen dizem muito mais do que nós, que deixamos sobrar palavras em quase tudo. Porém, eu só sei falar, e deixo mais de metro e meio de pano nesse trá-la´-lá.

Tsc! Eu adoraria nascer com um redator Graciliano Ramos de precisão, mas parece que me deram o kit Odorico Paraguassu de papagaiada!


( e depois dizem que é literatura de criança)

Eu hein!

2 de Junho de 2008

indagação de peão 2

Não sei se sou a favor ou contra. Sei, que sintetiza muitas perguntas feita por essa cabecinha!






Simplesmente Os Malvados de André Dahmer

28 de Maio de 2008

sonhou ser quintilha, mas o pé quebrou numa tarde maio



À esquerda, ali, num cantinho esquecido do mundo, porém, não esquecido, um post. Miúdo.

Não era polêmico, feliz ou infeliz; não era opinativo, alvo ou torvo; jamais instrutivo, 100 anos para ser amarelo pálido; longe do sol, qualquer letra de ficção, tola

É apenas uma Timidez, escondida num espírito, extrovertido, que precisou escapar.